REDE CHOQUE apresenta: Franzoi

0 - Franzoi 2020

Créditos: Sérgio Adriano H

 

Franzoi é o artista apresentado nessa semana, dentro do programa de parcerias da Rede Choque, com destaque para nossos parceiros de Florianópolis: o Armazém e Coletivo Elza. A curadora convidada para nos apresentar as artistas do Armazém e Coletivo Elza é Juliana Crispe.

 

Diferença e repetição parecem ser forças geradoras no conjunto das obras de Franzoi. Em diferentes fases do artista, a cada tomada, ou retomada, elementos novos surgem, o corpo modifica-se, e outras camadas dão voz a diferentes maneiras de existir em cada performance.

Suas performances implicam ter um pedaço de si no outro e do outro em si; instala-se um entre nesse corpo que se transforma em paisagem. O corpo ausente permanece como memória, como impressão, como resquício. Há um certo tipo de toque que não toca que está em plena deriva e que escapa. Uma luz que penetra nos olhos entreabertos, na sensação ímpar do corpo de sonho, entre a confusa percepção de estar acordado ou dormindo. Reter essa experiência é compreender que ela é porosa. É um outro tempo do qual não estamos mais habituados, uma construção lenta, poética. O mundo não se mostra como um cenário fechado, mas propõe novas fissuras, apresenta-nos faltas, numa afecção de infinitudes, uma tarefa sem fim, pois, em nossos corpos (meu, do público, do artista), as ressonâncias permanecem. Há um corpo que vibra sem necessariamente estar.

O valor do ser e do ter presentifica-se nas ações e entre os elementos que percorrem a obra do artista: talco, cinza, terra, lama, café, pó de ouro, pó de prata, água, vidro, transparência, há medidas matemáticas que são extensões do corpo do artista, que parecem ser os vértices e enigmas das performances.

Tomo emprestado o conceito corpo de sonho de Eliane Accioly Fonseca para pensar o que me fisga nos trabalhos de Franzoi. Corpo de sonho torna-se, a princípio, movimentos que nos deixam ver o vão entre uma coisa e outra coisa, entre o intervalo da evanescência e corporeidade, entre o possível e o virtual, entre o vão do sentir e do experimentar, na báscula entre o desejar e querer, na esquize da vida e da morte.

 

O corpo de sonho é devir artista, nessas sensações de estranhezas e sutilezas que nos invadem, deixando assim emergir a poética do afecto. Afecção que atua aqui nas performances de Franzoi na sua esfera subjetiva, pública, política e coletiva, suas ações nos transpassam, transformam, tira-nos daquilo que somos para fazermo-nos medir em nós e nos outros, em corpos que se atravessam, e, assim, faz emergir o silêncio entre nós e também propagar ressonâncias, em ondulações que perduram e vibram nos corpos que pela presença-ausência do artista somam-se a amplitudes geradas pelos choques dos encontros.

 

 

Cortes em Nós – Nova Realidade , vídeoperformance, 2020,  2’27” registro Letícia Franzoi e Vinícius Franzoi, edição Sérgio Adriano H. “Esta obra foi selecionada pelo Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência, do Itaú Cultural.”

 

 

1B - FRANZOI_Cortes em Nós Nova Realidade_registro Letícia Franzoi e Vinícius Franzoi

‘Cortes em Nós – Nova Realidade’, fotoperformance, 2020, registro Letícia Franzoi e Vinícius Franzoi Obs.: As fotoperformances integram o Projeto Mantenha uma Distância Segura e está sendo apresentada no instagram e no facebook mantenhaumadistanciasegura.

 

Com a pandemia do Covid-19 a população sofre um corte social, econômico, político e estético em decorrência do fechamento das fronteiras, que impulsiona o fim da globalização, do capitalismo selvagem, da hipermodernidade, da pós-modernidade. O isolamento impõe uma reflexão, um repensar a postura diante da vida e da morte. O ser humano necessita recolher-se ao seu interior, passar por um processo de higienização, de assepsia da alma, e ressurgir, tal qual Fênix que renasce das próprias cinzas, para então enfrentar e sobreviver no novo século, na nova realidade. Performance realizada em março, período de quarentena, dentro do apartamento em Joinville SC. Integra o projeto Mantenha uma Distância Segura, idealizado pelos artistas Cyntia Werner, Franzoi, Jan M.O., Linda Poll e Sérgio Adriano H.

“Esta obra foi selecionada pelo Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência, do Itaú Cultural.”

 

 

 

‘almacorporiolama, vídeoperformance, 2020.  19’25” registro e edição Sérgio Adriano H

Obs.: A vídeoperformance integra o Projeto almacorporiolama desenvolvido a partir do rompimento da barragem do Córrego do Feijão em Brumadinho ocorrido no dia 25 de janeiro de 2019.

 

 

2.1 FRANZOI_almacorporiolama_registro Sérgio Adriano H_2020

‘almacorporiolama’ , fotoperformance, 2020. Fotografia digital impressa em papel algodão Hahnemühle, 80 x 120 cm cada, registro Sérgio Adriano H

 

Em almacorporiolama busco me relacionar com a paisagem local, nesse caso a paisagem destruída pelos resíduos tóxicos, decorrentes do rompimento da barragem do Córrego do Feijão em Brumadinho, e disparo confrontos fronteiriços entre corpo e alma, corpo e paisagem, espaço e tempo, vida e morte. A luta por uma presença corpórea na invisibilidade do ser que se sobrepõe ao ter. Espero tocar na alma daqueles que foram devastados pela lama e sofrem, na pele e no corpo a discriminação social com que são diariamente atacados, como também daqueles que, como eu, “gritam” para que jamais volte a ocorrer tamanho descaso com a natureza e o ser humano.

 

 

2.2 FRANZOI_almacorporiolama_2020_Brumadinho_20200124_133807 low

 

2.3 FRANZOI_almacorporiolama_2020_Brumadinho_20200124_134857 low

 

2.4 FRANZOI_almacorporiolama_2020_Brumadinho_20200124_134913 low

 

2.5 FRANZOI_almacorporiolama_2020_Brumadinho_20200124_135010 low

 

2.6 FRANZOI_almacorporiolama_2020_Brumadinho_20200124_134959 low

 

2.7 FRANZOI_almacorporiolama_2020_Brumadinho_20200124_134956 low

 

2.8 FRANZOI_almacorporiolama_2020_Brumadinho_20200124_135005 low

 

 

 

almacorpomarterra , vídeoperformance , 2019.  7’54” registro Sérgio Adriano H

Obs.: A vídeoperformance foi apresentada na 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC, em uma exposição individual do artista no Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, Florianópolis, curadoria de Juliana Crispe.

 

 

3B - Franzoi_almacorpomarterra X - 90x60cm 300dpi RGB impressão_registro Sérgio Adriano H. photoshop

‘almacorpomarterra’, fotoperformance, 2019. Fotografia digital impressa em papel algodão Hahnemühle, tríptico, 60 x 90 cm cada. 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC, exposição individual do artista no Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, Florianópolis, curadoria de Juliana Crispe

 

 

3C Franzoi_almacorpomarterra III - 50,3x75,5cm e 90x60cm 300dpi RGB díptico parte1_ registro Sérgio Adriano H low

‘almacorpomarterra III’, fotoperformance, 2019. Fotografia sobre PVC, díptico, 50,3×70,5 e 60 x 90 cm. 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC, exposição individual do artista no Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, Florianópolis, curadoria de Juliana Crispe

 

A série teve início com o convite para participar da 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC, com uma exposição individual no Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, Florianópolis, curadoria de Juliana Crispe. A partir do estudo da paisagem e da história da casario açoriano de 1851, patrimônio tombado e de construção típica portuguesa, onde atualmente é a sede do Espaço Cultural Armazém, começo a questionar que fronteiras delimitam o espaço-tempo em que habita o ser humano dentro dessa paisagem corpórea, já que desde a sua concepção o ser humano está atrelado a conceitos preestabelecidos no corpo e na alma. Desenvolvo performances, fotoperformances, objetos, intervenções e apropriações que dialogam e buscam despertar reflexões sobre a memória e o patrimônio com articulações do corpo e do olhar dentro da sociedade a partir da relação entre corpoimagem, corpoobjeto e corpoespaço. O corpo enquanto um arquivo de memória – corpomemória. Um corpo biográfico, ou seja, uma biografia do corpo.

 

 

entre nós, o silêncio, performance, 2018.  5’44” registro e edição Karine Joulie

Obs.: A performance foi apresentada na Fundação Cultural Badesc | exposição individual do artista | curadoria Juliana Crispe | 2018 | e na 44ª Coletiva de Artista de Joinville | Museu de Arte de Joinville | curadoria Simone Landal | 2015

 

 

 

4B - Franzoi entre nós, o silêncio performance 2018 low

‘entre nós, o silêncio’, performance, 2015 – 2018. Registro Sérgio Adriano H. Obs.: após a apresentação da performance permanece, no espaço expositivo, a videoinstalação, composta pela edição dos registros da performance projetados do teto sobre as duas caixas de vidro com água. Performance foi apresentada na Fundação Cultural Badesc na exposição individual do artista, curadoria Juliana Crispe, 2018 e na 44ª Coletiva de Artista de Joinville, Museu de Arte de Joinville, curadoria Simone Landal, 2015

 

4C1 FRANZOI-entre nos o silencio_BADESC_2018_registro Karine Joulie low

 

4C2 FRANZOI_entre nos o silencio_BADESC_2018_registro Karine Joulie low

‘entre nós, o silêncio’, vídeoinstalação, 2015 – 2018 , registro Sérgio Adriano H

 

4D - FRANZOI_entre nós o silencio II_2010_MAB_1472943_619372754791760_297237306_n low

‘entre nós, o silêncio II’, instalação, 2010 – 2018. Folhas de plátano, pés do artista moldados em gesso e luz pontual ambar,  Museu de Arte de Blumenau e Fundação Cultural Badesc

 

 

 

almacorpo, performance, 2018.  5’44”, registro e edição Karine Joulie

Obs.: Performance realizada na escadaria da Catedral Metropolitana de Florianópolis, SC, 12 março 2018,  às 15h. Seu registro (vídeoperformance) foi apresentado na Fundação Cultural Badesc, exposição entre nós, o silêncio – individual do artista com curadoria de Juliana Crispe.

 

 

A performance lida com questões do comportamento contemporâneo entre os seres humanos, sua memória e os limítrofes que se fundem na diversidade por meio da oposição. Questões sobre fronteiras culturais, conscientes e inconscientes, construídas pelo ser humano com articulações do corpo e do olhar dentro da sociedade a partir da relação entre corpo-imagem, corpo-objeto e corpo-espaço. Suas inquietações quanto a sua existência e a do outro. A percepção, ou não, do outro. Da necessidade, ou não, do outro. Da angústia de ser visível e/ou invisível. E do quanto o corpo é capaz de suportar dentro do espaço e tempo a que é submetido. Os ciclos lembrados em entre nós, o silêncio não delegam um lugar passivo ao homem. O que se vê depois da passagem desse homem, é o modo particular com que ele enfrentou seu destino. E a herança que deixa é esse espaço para a reflexão e para a quietude.

 

 

 

o que se faz presente, registro da performance, 2017.  4’36” registro TiroTTI

Obs.: A performance foi apresentada na 13ª Bienal Internacional de Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, curador geral Tìcio Escobar e curador exposição Dualidades Humanas Luiz Carlos Brugnera e na 45ª Coletiva de Artista de Joinville, Museu de Arte de Joinville, curadoria Josué Mattos, 2016

 

 

5 franzoi_bienalde curitiba 2017_registro_sergio_adriano_h_IMG_9292 (3)

 

5.1 - franzoi_bienalde curitiba 2017_registro_sergio_adriano_h_IMG_9305 (2)

 

5.2 franzoi_bienalde curitiba 2017_registro_sergio_adriano_h_IMG_9353 (2) low

 

5.3 franzoi_bienalde curitiba 2017_registro_sergio_adriano_h_IMG_9167 low

 

o que se faz presente, performance e instalação, 2017, registro Sérgio Adriano H.  13ª Bienal Internacional de Curitiba, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, curador geral Tìcio Escobar, curador exposição Dualidades Humanas Luiz Carlos Brugnera, 2017-2018. 45ª Coletiva de Artista de Joinville, Museu de Arte de Joinville, curadoria Josué Mattos, 2016. Ob.: após a performance permanece a instalação, caixa vidro 15ml, 50 x 55 x 180 cm, 200k talco industrial e luz pontual âmbar 

 

 

O trabalho reivindica a noção de ciclo, da passagem inexorável de tudo que se estende na temporalidade com questões tão delicadas quanto perturbadoras para o entendimento de aspectos fundamentais da existência. Na medida em que se desdobra no espaço e no tempo lembra que tudo que um dia teve início no mundo manifestado, outro dia fenece, desaparecendo naquilo que tinha de circunstancial. O objeto deixado no espaço depois da ação do artista é o documento que sinaliza o caminho para os que estão à procura, assim como a marca do corpo, que por meio do reflexo, adquire corporeidade e presença, recupera na ação, um recomeço. Pois é disso que parece falar essa obra: do luto que todo nascimento retém; ou da celebração que toda perda carrega. Por isso os ciclos.

 

 

 

6.1 FRANZOI_Dadiva_2019_IMG_8343 (2)

‘A ilusão é uma dádiva’, objeto díptico, 2019, pó de cinza, pó de talco, moldura madeira e vidro, 72 x 92 x 10 cm

 

 

6.2 FRANZOI_Dadiva_2019_IMG_8339 (2)

‘A ignorância é uma dádiva’, objeto díptico, 2019, pó de cinza, pó de talco, moldura madeira e vidro, 72 x 92 x 10 cm

 

 

Projeto Dádiva – duas obras de uma série de 14 obras que discutem a realidade política e social do Brasil e do mundo. Obra composta por 2 vidros emoldurados e grampeados. Em um vidro a frase é escrita com pó de talco e no outro a frase é escrita com pó de cinza.

Obs.: O início da série foi apresentada na 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC, em uma exposição individual do artista no Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, Florianópolis, curadoria de Juliana Crispe.

 

 

 

7 Franzoi série Nós em nós 2017

‘nós em nós’, fotoperformance, fotografia digital impressa em papel algodão Hahnemühle, 2017, 60 x 80 cm

 

Obs. A obra participou da 13ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba – Polo SC | Fundação Cultural Badesc, Florianópolis, SC | exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços, curadoria de Francine Goudel, Juliana Crispe e Sandra Makowiechy

 

 

7.1 FRANZOI_nos em nos_visceras (2)

‘nós em nós’, fotoperformance, fotografia digital impressa em papel algodão Hahnemühle, 2017 | 80 x 80 cm

 

 

7.2 FRANZOI_nos em nos_visceras I (2)

‘nós em nós’, fotoperformance, fotografia digital impressa em papel algodão Hahnemühle, 2017, 80 x 120 cm

 

 

7.3 FRANZOI_nos em nos_visceras II (2)

‘nós em nós’, fotoperformance, fotografia digital impressa em papel algodão Hahnemühle, 2017, 80 x 120 cm

 

 

7.4 FRANZOI_nós em nós_2000_IMG_2050 (2)

‘nós em nós’, objeto de parede, tecido, 2000, 70 x 135 x 30 cm

 

 

7.5 FRANZOI_entre nos_2018_IMG_1463 (2)

‘entre nós’ , objeto de parede, tecido, 2018, 210 x 100 x 50 cm Obs. A obra participou da exposição Enigmas da Visão, curadoria Luiz Carlos Brugnera e Massimo Scaringella, itinerância da 13ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba

 

 

7.6 FRANZOI_entre nós_2018_IMG_1486 (2)

‘entre nós’, objeto, tecido, 2018, 250 x 200 x 100 cm Obs. A obra participou da exposição Enigmas da Visão, curadoria Luiz Carlos Brugnera e Massimo Scaringella, itinerância da 13ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba

 

Série onde o artista dá nós compulsivos em tecido já utilizados nas performances ou no teatro (cenários) e constrói esculturas, instalações, objetos, apropriações, intervenções, fotografias e performances que discutem a relação e o comportamento contemporâneo entre os seres humanos, seu meio e sua passagem inexorável de tudo que se estende na atemporalidade.

 

 

 

 

coluna no espaço-tempo, performance, 2020, 17’17”, registro Fran Favero, edição Sérgio Adriano H.

Performance realizada na abertura da exposição LivrosLivres, curadoria Juliana Crispe e Sandra Correia Fávero, Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis – SC

 

 

9 - FRANZOI_entre memórias do espaço tempo_múltiplo fotoperformance_2011_cartaz A3_registro Néri Pedroso (2)

‘entre memórias do espaço-tempo’, múltiplo fotoperformance, 2011, cartaz A3, registro Néri Pedroso, acervo Projeto Armazém Série onde o artista se apropria de livros de contabilidade da antiga fábrica de cervejas Antarctica e constrói instalações, objetos, apropriações, intervenções, fotografias e performances que apresentam reflexões sobre a memória e o patrimônio com articulações do corpo e do olhar dentro da sociedade a partir da relação entre corpoimagem, corpoobjeto e corpoespaço.

 

 

Franzoi (1969 Taió SC), reside Joinville SC desde 1988. Artista visual, ator, curador, diretor teatral, performer e professor. Graduado Artes Univille 1991. Pós-Graduado A Prática Social da Arte USP/Univille1993. Na educação atua disciplinas de estética, história da arte, performance, produção cultural, semiótica e teatro. No teatro ator em 36 peças, figurinista 52, cenógrafo 67 e diretor 61 peças e 2 óperas. Fundou e integrou Grupo Performance Papirus com 54 performances 1988 a 2005. Realizou 78 curadorias individuais e coletivas 2006 a 2019, destaque curador Mapeamento Rumos Artes Visuais Itaú Cultural 2011/2013. Artista selecionado Edital de Emergência Arte como Respiro Itaú Cultural 2020; projeto Rumos Artes Visuais Itaú Cultural 1999 a 2000. Prêmio Aquisição VI Salão Municipal dos Novos Joinville 1993. Menção Honrosa II Salão AAPLAJ Joinville 1989. Realizou exposições no Brasil e no exterior 22 individuais, 118 coletivas e 69 performances 1989 a 2019. Exposições individuais destaque: Almacorpomarterra 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, Florianópolis, SC 2019. Nós intervindo no tempo-espaço Société Internation Culturel Île de Saint-Louis (ICI), Paris França 2002. Dualidades Humanas 13ª Bienal Internacional de Curitiba, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, PR 2017; Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços 13ª Bienal Internacional de Curitiba, Fundação Cultural Badesc, Florianópolis, SC, 2017; Projeto Capacete Noite Especial com Adriá Juliá Paralela 29ª Bienal de São Paulo, SP 2010; Projeto ARCADEMIA de Dora Longo Bahia 28ª Bienal de São Paulo, São Paulo, SP 2008; VII Bienal de Santos Santos, SP 2000; Artists Stamps International Mail Art Exhibition Lebamon U.S.A Havana 1995; Joinville Wocher Artes Plásticas itinerante em Langenhagem, Ulzen e Westerweyhe, Alemanha 1994.